Qual a diferença XML e .XML? | The Creators – Desenvolvimento de Sites / Web Design

Mais um dos assuntos que vejo MUITA gente errando por se confundir extensão de arquivo com a linguagem XML.

Diferença entre XML e .XML

Nesse post tentarei explicar para muitos que ainda confundem muito a linguagem pela extensão, um arquivo cheio de códigos não é necessariamente algo criado em XML, então vamos lá.

O famoso XLM, eXtensible Markup Language (EML seria feio), é uma recomendação da W3C para gerar linguagens de marcação para necessidades especiais de um programador.
Ele nada mas é do que uma sub-linguagem (inventando novas palavras xD) da SGML (Standard Generalized Markup ou de acordo com o Google Translator, Linguagem Padronizada de Marcação Genérica) capaz de descrever e utilizar diversos tipos de dados. Seu grande propósito (e pra mim o mais importante) é a facilidade de compartilhamento de informações através da internet.

Algumas das linguagens que são baseadas em XML estão o xHTML (formato de programação padrão para páginas Web), RDF, MathML (formato para matemáticos e suas expressões) NCL, XSIL, SDMX, SMIL e SVG (formato gráfico vetorial que quero aprender logo logo xD). A principal característica que é possivel analisar do XML, é a possibilidade de criar uma especie de infraestrutura única para diversas lingaguens, como em linguagens desconhecidas e de pouco uso, também podem ser definidas sem muito trabalho] e sem necessidade de serem submetidas à um padrão.

Com essas informações podemos dizer os pontos positivos e negativos de tal utilização do XML que são eles:

Aspectos positivos

É baseado em texto simples;
Suporta Unicode;
Pode representar as estruturas de dados relevantes da computação como listas, registros e árvores;
É auto-documentado (DTDs e XML Schemas), ou seja, o próprio formato descreve a sua estrutura e nomes de campos, assim como valores válidos;
É facilmente editável, devido à popularidade do XML nos dias de hoje, com diferentes níveis de automação, em qualquer ambiente;
Maior compatibilidade com editores e distinção visual entre tag, atributo e conteúdo;
Com recursos de visualização e controle (folding) da hierarquia: editores txt mais especializados e editores simples acoplados a navegadores
Validação e análise sintática de ferramentas um pouco mais sofisticadas, orientadas a programadores, tais como as IDEs, ou orientadas a conteúdo, tais como editores xHtml, ambos vem se adaptando para lidar com outros formatos XML, interpretando XSLT, XML Schema ou DTD.

Pontos negativos

Os pontos negativos em geral são principalmente originado pelas aplicações que não demandam maior complexidade, tais como vetores, informações relativas a configuração e listas para associação (chave por valor);
O “XML simples” pode ser substituído por formatos mais simples, como properties, JSON, Simple Outline XML, YAML.
Para se analisar um formato mais simples devem se levar em conta velocidade e editabilidade dos códigos.
O formato properties, por exemplo, é mais fácil de ser editado por leigos, por ser apenas uma lista de itens do tipo chave-valor, e o JSON é um exemplo de um formato mais prático e rápido em contexto Javascript.

Agora sobre a extensão .XML que a explicação pode (e será) bem menor.
Muitos templates para o famoso Blogger vem com a extensão .XML onde muitos acabam se confundindo em dizer “eu programo em XML”, sim o Blogger utiliza um sistema XML para seu CMS, isso pode ser levado em conta pelas suas tags propias e entre outras. Em visão disso, você está somente programando em xHtml (CSS não é uma linguagem de programação por favor -.-) e salvando com extensão .XML, para efeito disso, tentem salvar um template em .txt ou .html (até mesmo .htm) e enviem ao blogger para ver se funciona.

Aqui temos um exemplo de um curriculum feito em XML
Curriculum feito em XML

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